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05/01/2012 | Vending

Vending no Brasil deverá crescer 14% em 2012

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No ano que agora tem inicio, o sector de venda automática brasileiro deverá crescer cerca de 14%, em comparação com os 600 milhões de reais (255 milhões de euros) gerados em 2011. Segundo dados da ABVA (Associação Brasileira de Vendas Automáticas), no mercado brasileiro operam cerca de 60 empresas, em áreas do vending tão distintas como as bebidas quentes, snacks, refrigerantes, produtos não alimentares, entre muitos outros.

Yves Dalton, presidente da ABVA, realça, que apesar destes dados representarem uma subida acentuada das receitas brutas do sector, há ainda muito a fazer. Nos Estados Unidos, o rácio máquina de venda automática por habitante é de uma para cada 43 habitantes, valores muito lóngiquos dos registados no Brasil, onde existem cerca de 80 mil máquinas para uma população estimada de 192 milhões de pessoas. Comparando as receitas brutas geradas pelo sector nos Estados Unidos (36 biliões de dólares - 28 biliões de euros), percebe-se o longo caminho que o gigante sul-americano tem pela frente.

"Além disso, a crise mundial que assola muitos países fez do Brasil um bom local de actuação. As empresas de vending querem investir no país", ressalvou Yves Dalton em declarações ao portal DCI.

Dalton prevê que, nos próximos anos, o leque de produtos disponíveis a partir das máquinas de venda automática seja mais variado, sendo introduzidos produtos de cosmética, sapatos e insumos electrónicos. Nesta matéria, os eventos desportivos, programados para os próximos anos, terão um papel fundamental a desempenhar no crescimento da rentabilidade do vending brasileiro.

Empresas como a Emporio do Vending, Susten Trading ou Schincariol, já perceberam o potencial deste mercado. A primeira marca presença, com regularidade, nos mais destacados eventos de vending europeus e é distribuidora de marcas bem conhecidas do público europeu, como a Vendin, N&W e Jofemar. Por sua vez, a Susten Trading, do empresário Thiago Von Gal, apostou em máquinas reverse-vending, que agora revende a empresas que queiram apostar neste tipo de dispositivos. O primeiro acordo de parceria foi fechado em Outubro passado com a empresa Schincariol, que, por sua vez, colocou as máquinas em três supermercados da Rede Oba, em São Paulo, e viu as vendas de bebidas registarem um aumento significativo.

A organização, uma boa oferta, distribuidores e produtos reconhecidos pelos consumidores, uma articulada rede de repositores, tecnologia de última geração e uma forte estratégia de marketing aliada a preços competitivos, tornam o sucesso de uma empresa de vending no Brasil quase inevitável.

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