27/09/2011 | Vending
Sumol+Compal aposta forte na Internacionalização
Com a grave crise económica que Portugal atravessa, exige-se às empresas portuguesas criatividade e inovação que lhes permita exportar os seus produtos. Um forte exemplo veio da empresa portuguesa Sumol+Compal que, de acordo com Duarte Pinto, Presidente da comissão executiva do grupo em entrevista ao Diário Económico garante que a expectativa para o que resta do ano de 2011 é fazer crescer o peso das exportações para a casa dos 15% o que poderá corresponder a um volume de vendas na casa dos 70 milhões de euros.
Angola, Cabo Verde, Suíça e França são apenas quatro dos mais de 60 países para onde o Grupo Sumol+Compal exporta, o que faz com que, nas principais marcas da empresa, 40% do volume de negócios se realize internacionalmente.
No mercado externo a estratégia para continuar a crescer passa pela "capacidade de alargamento da base geográfica de destino dos nossos produtos", explicou Duarte Pinto. Neste projecto, a China ocupa um lugar de destaque. O responsável afirma que "estamos em vias de colocar o nosso primeiro quadro residente na China, o que acontecerá ainda durante o segundo semestre. Estamos na fase de selecção". A presença de um colaborador naquele país asiático é de extrema importância para dar a conhecer o mercado à Sumol+Compal e recomendar a melhor estratégia a seguir. "É preciso conhecer a China, é um mercado gigantesco mas é muito distante e muito diferente daquilo que conhecemos e da realidade que temos em Portugal". Duarte Pinto acredita, ainda, que a conquista de 1% do mercado chinês seja já um passo de gigante para a sua empresa.
Virando a agulha para o mercado lusófono, Angola é outra das prioridades para o Grupo Sumol+Compal. Neste âmbito, a empresa pondera abrir uma fábrica em território "palanca". Sobre o projecto, Duarte Pinto reitera que "é um projecto complexo que continuamos a trabalhar e que acredito levaremos a bom porto. É difícil, a gestão do cronograma não é simples, mas continuamos a trabalhar arduamente para o tornar possível".
A actual conjuntura económica nacional já se fez sentir na empresa com a retracção do consumo em Portugal no primeiro semestre deste ano. As vendas da Sumol+Compal nesse período caíram 5% traduzindo-se este valor numa quebra de 2% no volume de negócios. Este cenário acabou por ser minimizado pela forte aposta no mercado externo que, nos primeiros seis meses, cresceu cerca de 20%.
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