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18/02/2014 | Vending-Café

Queda do consumo interno de café no Brasil

Hostel Vending Portugal

Foto: Eziquel Boita, sxc.hu




 
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Segundo o relatório divulgado recentemente pela ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café), o consumo de café no Brasil em 2013 registou a primeira queda em 10 anos, recuando 1,23% para os 20,08 milhões de sacas, em comparação com os 20,33 milhões de sacas em 2012. 

No respeitante ao consumo por habitante, verificou-se também um declínio. O consumo por habitante foi de 4,87 kg, contra os 4,98 kg em 2012.

Além de significar a primeira queda desde 2003, é também o segundo recuo da série histórica da associação, iniciada em 1990. 

Como justificação desta retração, a associação aponta a proliferação de opções de consumo, como sumos, bebidas achocolatadas, bebidas à base de soja. Embora ainda sejam pouco consumidas, estas alternativas têm apresentado crescimento bastante acentuado, disputando protagonismo com o café. 

O Brasil mantém-se o segundo maior consumidor mundial de café, apenas atrás dos EUA. No que toca ao consumo per capita, o país surge classificado entre a 7.ª e 8.ª posição, ao mesmo nível de países como a Itália e França. 

É de destacar que o consumo doméstico de café está presente em cerca de 95% dos lares, mas mantém-se estável, ao passo que outras opções ou novas categorias de bebidas apresentam um crescimento superior a 20% ao ano. Para exemplificar, o sumo pronto cresce a um ritmo de 25%, enquanto as bebidas à base de soja 29%, com base em pesquisas da Kantar Worldpanel.

Para a ABIC, estas novas categorias desafiam a indústria do café a apostar na inovação e a regressar a índices de crescimento maiores, o que poderá acontecer através da oferta de cafés de melhor qualidade, diferenciados e certificados

Outro dado importante diz respeito ao crescimento de 33% nas vendas de café em cápsulas. Segundo a associação, 81% dos gastos com o café ocorrem em supermercados. O seu relatório mostra que o consumo de café fora do lar continua a crescer, representando 36% do total. O café em pó representou 87,4% das vendas, em valor. Os novos produtos, como cápsulas, café com leite e cappuccinos, representaram cerca de 3,5%, em valor, mas cresceram até 33%, devido à forte procura. 

Outro dado que a associação realçou foi a diminuição do número de empresas de pequeno porte no mercado de café. No final do ano, contabilizavam-se 1428 empresas de todas as dimensões no país, face às 1490 no final de 2012. 

Com o recuo no volume do consumo interno, a ABIC insiste na necessidade de incentivar o consumo de café, investindo muito mais em marketing, publicidade, diferenciação e inovação de produtos.

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